Como não olhar para o melhor de mim com toda a admiração? Foi tudo construído com tanto esforço, com tanto zelo.
Como deixar que alguém diga que algo em mim não tem valor? Tem um mundo em torno de cada construção da minha vida.
Eu só posso te oferecer o melhor de mim, não importa o que você me oferece em troca, é só o que tenho pra dar.
Seu mundo é a linda construção que fez da sua vida. Se quer me oferecer o melhor disso estarei grata, se quer me oferecer uma parcela, estarei grata, se quer me oferecer uma imagem que acredita ser o que consigo lidar, estarei grata.
Qualquer que seja sua oferta, aceitarei dela, sempre o que for melhor pra mim e oferecerei sempre o melhor de mim.
sábado, 4 de janeiro de 2020
quinta-feira, 3 de outubro de 2019
Consciência
Como explicar que seus sentimentos não vão invadir alguém?
Como manter as coisas como antes quando elas já não são iguais?
Como ser melhor pra que alguém não desista de nós?
Não tem resposta.
As pessoas desistem aos poucos, um dia após o outro, bem devagarinho.
Os abraços vão ficando afastados, o toque vai ficando desconfortável, o sorriso vai ficando sem graça.
Não dá pra forçar o que não está lá, não dá pra fingir o que não existe.
Nós vamos nos encolhendo como se quiséssemos encontrar uma maneira e reverter, voltar atrás. Como se fosse possível que alguém nos tirasse do vazio que fica com o adeus.
O que conforta é que um dia vamos olhar o sorriso aceso nos lábios do outro e vamos sorrir novamente por saber que o que importa é vê-lo feliz.
Como manter as coisas como antes quando elas já não são iguais?
Como ser melhor pra que alguém não desista de nós?
Não tem resposta.
As pessoas desistem aos poucos, um dia após o outro, bem devagarinho.
Os abraços vão ficando afastados, o toque vai ficando desconfortável, o sorriso vai ficando sem graça.
Não dá pra forçar o que não está lá, não dá pra fingir o que não existe.
Nós vamos nos encolhendo como se quiséssemos encontrar uma maneira e reverter, voltar atrás. Como se fosse possível que alguém nos tirasse do vazio que fica com o adeus.
O que conforta é que um dia vamos olhar o sorriso aceso nos lábios do outro e vamos sorrir novamente por saber que o que importa é vê-lo feliz.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2019
Tentando
Sou uma bandeja bem segura e equilibrada com uma xícara de chá virada.
Equilibro a sujeira, os estilhaços e toda a umidade espalhada.
Seguro firmemente pra que não caiam e não machuquem ninguém.
Seguro firmemente pra que não caiam e não machuquem ninguém.
Quanto tempo eu aguento a bandeja até que derrube em alguém?
Nesse boldo observo a intenção da limpeza e o deslise que a maculou.
Nesse boldo observo a intenção da limpeza e o deslise que a maculou.
Acredito que alcanço a água, lavo à bucha a tralha, foi o que restou.
Será que eu chego a pia, limpo a avaria e me limpo também?
Será que eu chego a pia, limpo a avaria e me limpo também?
Ou será que tropeço no caminho por não aguentar sozinho o peso que tem?
Renovo a bandeja, pra que sirva a cereja para o bolo de alguém.
Quem sabe renovo apoio e sossego pra me equilibrar também.
Quem sabe renovo apoio e sossego pra me equilibrar também.
Saudades
Saudades do tempo que foi, e do que eu não vivi.
Saudades do sorriso frouxo, de todos os que eu perdi.
De sentir o peito batendo, a cada beijo/carinho.
Do abraço apertado correndo depois de um dia juntinhos.
Saudades do sorriso frouxo, de todos os que eu perdi.
De sentir o peito batendo, a cada beijo/carinho.
Do abraço apertado correndo depois de um dia juntinhos.
Saudades e medo que urgem, pois não sei o que o tempo mudou.
Metade do medo que surge é de saber quem hoje sou.
Metade do medo que surge é de saber quem hoje sou.
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Seria...
Seria fácil escrever se ainda me conhecesse, se ainda me
visse como sou.
Seria simples a compreensão das palavras, o espelho de cada
detalhe d’alma.
Mas não, não faço mais interação comigo mesma, nego a
memória, subentendo as palavras.
Metáforas falam o que quero esconder.
A serenidade galga espaço entre trovoadas de emoções e prioridades controversas.
A serenidade galga espaço entre trovoadas de emoções e prioridades controversas.
Como encontrar a verdade no meio disso? Isso sou eu?
Não encontro o gatilho que me levará de volta. Será que ele
existe?
Ando em direção aos meus sentimentos e corro segundos
depois. Não quero ferir ou não quero ser ferida?
O que dói mais, a dor que causo ou a que aceito?? Ambas são
a mesma?
As respostas são as perguntas. E sendo assim porque não me
convenço?
Tantos questionamentos, fazemos nós, pra que seja desviada a
atenção da vida que passa, pra que não enxerguemos a responsabilidade negada
sobre os sorrisos e as lágrimas guardados.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Só dói se me lembro...
Desacostumei a ver todos correndo com minha enxurrada de emoções.
Desacostumei a ver que machuco quem preferia que me ferisse a ter que causar dor.
Acostumei a sorrir e a sangrar ao mesmo tempo.
Não me mostre o caminho de volta outra vez.
Não vai estar me esperando quando eu chegar, e por mais que eu tema vou querer voltar...
Quero ser vista nua de toda a educação e formalidade, quero ser mãe e filha de verdade, mas que tudo quero ser a mulher menina que um dia fui e que não tinha medo de ser feliz.
Mas por favor, não me peça pra voltar!
Só dói se me lembro de como é ser feliz...
Desacostumei a ver que machuco quem preferia que me ferisse a ter que causar dor.
Acostumei a sorrir e a sangrar ao mesmo tempo.
Não me mostre o caminho de volta outra vez.
Não vai estar me esperando quando eu chegar, e por mais que eu tema vou querer voltar...
Quero ser vista nua de toda a educação e formalidade, quero ser mãe e filha de verdade, mas que tudo quero ser a mulher menina que um dia fui e que não tinha medo de ser feliz.
Mas por favor, não me peça pra voltar!
Só dói se me lembro de como é ser feliz...
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