Ando na esteira dos esforços mesmo ciente de que força nunca me levou a lugar algum e o mundo, que gira parado, me leva às palavras vazias que sou capaz de proferir.
Um buraco, parte de mim quer acreditar que alguém se importa com o existir, mas que ao final do dia, me pego sozinha no dilúvio do Saara.
Quando acordo me lembro do egoísmo do meu julgar enquanto todas as mãos estendidas só me puxam se eu deixar.
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